08 dezembro, 2012

Editora Leya Convida



 Pra quem curte marcar presença em eventos e e está em SP, não pode perder. 






ALÉM DO LIVRO SOBRE O GOURMET GARAGE, A EDITORA TAMBÉM PUBLICA EDIÇÃO BILÍNGUE DE “DEZ X 10 – 100 RECEITAS PARA COMER DE JOELHOS”

A editora LeYa lança em novembro o livro “Las Chicas” oitavo livro da chef Carla Pernambuco, o quinto em parceria com a sócia, a chef Carolina Brandão. Nessa nova obra as chefs dividem com os leitores a experiência de criar o Las Chicas, um novo conceito de restaurante em São Paulo, conhecido como gourmet garage.
É um lugar descontraído, confortável, elegante, que serve comida simples, saudável a qualquer hora do dia. Esse é o conceito de gourmet garage, um lugar aconchegante onde se come muito bem.
No livro, apresentam cerca de 60 receitas deliciosas divididas em 4 tipos de refeições: desjejum, almoço, café da tarde e jantar. Um apanhado de receitas nutritivas e inteligentes, que ajudarão o leitor a combinar pratos e formular cardápios deliciosos e descomplicados.
Além do novo livro, a editora LeYa lança também em novembro a edição especial bilíngue do primeiro livro de receitas de Carla Pernambuco lançado pela editora, “Dezx10 – 100 receitas para comer de joelhos”. Em edição caprichada, de capa dura, a obra reúne cem receitas simples, práticas e deliciosas, destinadas a 10 diferentes situações.





Obra narra com detalhes o desenrolar do maior escândalo de corrupção da história do Brasil, o julgamento e a condenação dos principais envolvidos no “projeto criminoso de poder”, segundo as palavras do ministro do STF Celso de Mello. 
O ano era 2005. E o governo de Luis Inácio Lula da Silva. Omais irônico é que os petistas tinham durante anos e anos se notabilizado pelo discurso da ética e da moralidade. No dia 15 de maio, o povo brasileiro descobriu um novo jargão: “mensalão”. Um vídeo amador vazou na mídia mostrando Mauricio Marinho, um alto funcionário dos Correios, recebendo propina em troca de favorecimento político, que segundo ele, era coordenado pelo até então deputado federal, pelo PTB, Roberto Jefferson. Este, umshow man de primeira linha, conseguiu reverter o quadro e de facilitador do esquema, virou um defensor da justiça e denunciou os envolvidos numa rede de pagamentos de mesadas em troca de apoio político, que segundo ele, partia de homens fortes ligados ao presidente Lula. Entravam na dança José Dirceu, ministro da Casa Civil e braço direito do presidente, José Genuíno, presidente nacional do PT, Delúbio Soares, tesoureiro do partido e Marcos Valério, um publicitário que aparentemente era o homem do dinheiro do esquema.
O governo Lula estava maculado. Muitos dos envolvidos foram cassados ou exonerados de seus cargos, para preservar a inocência do homem do povo que se dizia traído. Era apenas o início de uma novela que depois de sete anos – de tentativas desesperadas de obstrução da justiça e de farpas entre políticos – chegou ao seu final.
O esquema, que foi denominado nos autos do processo, como uma “complexa organização criminosa” enraizada no governo, usava dinheiro público desviado principalmente do Banco do Brasil. A organização criminosa tinha três núcleos, de acordo com a Procuradoria-Geral da República: o publicitário, sob o comando de Marcos Valério; o financeiro, dirigido pelo Banco Rural e o político sob a chefia de José Dirceu, à época do escândalo o todo poderoso ministro da Casa Civil e chamado pelo presidente Lula de “capitão do time”. 
A editora LeYa lança em novembro “Mensalão”, novo livro do historiador Marco Antonio Villa. Nesta obra, Villa narra a história do maior esquema de corrupção da história política do Brasil e o julgamento dos envolvidos no Supremo Tribunal Federal. Depois de anos de discursos inflamados, discussões, cassações, choro e desabafo, finalmente essa história chegou ao fim. Os principais envolvidos no “projeto criminoso de poder” de “macrodelinquência governamental”, nas palavras do decano do STF , o ministro Celso de Mello, foram condenados. Venceu a ética e a democracia. E perderam os mensaleiros e corruptos. Em resumo: quem ganhou foi o Brasil.

2 comentários

  1. Oi Paty!!

    Sim, eu tenho um pouco de vergonha de confessar, rs, mas desse livro do Mensalão eu tenho preguiça... rs...

    Pelo outro até me interessei, mas o lançamento é no dia da confraternização de fim de ano da minha empresa, ou seja, sem chances de ir.

    Beijo!

    Ju
    Entre Palcos e Livros

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  2. Bem que eu queria ir, mas moro longe :f

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