22 fevereiro, 2017

Livros e a 2ª Guerra Mundial

Gente, como o tempo voa!! Quando me dei conta já estava 10 dias sem acessar o blog e sem postar!! A rotina mal começou e já estou com saudade das férias.
Mas vamos ao post de hoje, onde trago 5 livros que tenho interesse em ler.

Fonte de Imagem: Google

O post de hoje traz cinco livros que tem em comum a 2º guerra mundial no enredo. Taí um assunto que eu não me canso de ler, sendo o tema principal ou só permeando a vida de seus personagens, todos são bem-vindos. Anoto toda sugestão recebida e leio logo que possível. 

Me interesso por narrativas que englobam o nazismo, holocausto, campo de concentração, massacre, fuzilamento e todo horror que de quem viveu esse período. 
É um assunto marcante e terrível da história? Sim. 
É triste, é depressivo, é angustiante? Sim. 
Mas o fato aconteceu, não dá pra fingir que não existiu só porque já faz mais de 70 anos. Ainda tento entender como o homem pôde(e/ou pode) ser tão desumano. 

O mais recente que li com a temática foi o Diário de Anne Frank, que por sinal enrolei muito com medo da carga emocional  que encontraria, mas no final das contas foi uma leitura tranquila.
Já li também A Menina que Roubava Livros, Fuja Coelhinho, Fuja, O Rouxinol, Fique Onde Está e Então Corra, O Menino do Pijama Listrado, me apaixonei e me emocionei com todos.

Abaixo está a seleção  com os 5 livros que preciso ler.

Depois de Auschwitz 

Sinopse: Em seu aniversário de quinze anos, Eva é enviada para Auschwitz. Sua sobrevivência depende da sorte, da sua própria determinação e do amor de sua mãe, Fritzi. Quando Auschwitz é extinto, mãe e filha iniciam a longa jornada de volta para casa. Elas procuram desesperadamente pelo pai e pelo irmão de Eva, de quem haviam se separado. A notícia veio alguns meses depois: tragicamente, os dois foram mortos.
Este é um depoimento honesto e doloroso de uma pessoa que sobreviveu ao Holocausto. As lembranças e descrições de Eva são sensíveis e vívidas, e seu relato traz o horror para tão perto quanto poderia estar. Mas também traz a luta de Eva para viver carregando o peso de seu terrível passado, ao mesmo tempo em que inspira e motiva pessoas com sua mensagem de perseverança e de respeito ao próximo – e ainda dá continuidade ao trabalho de seu padrasto Otto, pai de Anne Frank, garantindo que o legado de Anne nunca seja esquecido.


A Chave de Sarah ( foi adaptado para as telinhas )

Sinopse: Julia Jarmond é uma jornalista Americana que vive em Paris há 25 anos e é casada com o arrogante e infiel Bertrand Tézac, com quem ela tem uma filha de onze anos. Julia escreve para uma revista americana, e seu editor pede que ela cubra o sexagésimo aniversário da grande concentração no Vélodrome d’Hiver – um estádio no qual dezenas de milhares de judeus ficaram presos antes de serem enviados para Auschwitz.
Ao se aprofundar em sua investigação, Julia constata que o apartamento para o qual ela e o marido planejam se mudar pertenceu aos Starzynski, uma família judia imigrante que fora desapossada pelo governo francês da ocupação, e em seguida comprado pelos avós de Bertrand. Ela resolve descobrir o destino dos ocupantes anteriores. É revelada então a história de Sarah, a única dos Starzynski a sobreviver.
A família de Sarah foi uma das muitas brutalmente arrancadas de casa pela polícia do governo colaboracionista francês. Michel, irmão mais novo garota, se esconde em um armário, e Sarah o tranca lá dentro. Ela fica com a chave, acreditando que em poucas horas estará de volta. Julia é então impelida a retraçar a sofrida jornada de Sarah em busca de liberdade e sobrevivência, dos terríveis dias em campos de concentração aos momentos de tensão na clandestinidade, e por fim seu paradeiro após a guerra. E à medida que a trajetória da garota é revelada, mais segredos são desenterrados.
Ao escrever sobre o passado da França com uma clareza implacável, Tatiana de Rosnay oferece em A Chave de Sarah um contundente retrato da França sob a ocupação nazista, revelando tabus e negações que circundam este doloroso período da História francesa.


A Guerra de Clara 

Sinopse: Em 21 de julho de 1942 os nazistas invadiram a Polônia. Na pequena cidade de Zolkiew, a vida de uma pequena judia chamada Clara Kramer jamais seria a mesma. Enquanto milhares a sua volta eram assassinados ou escravizados, Clara e sua família eram mantidos perigosamente escondidos em um porão. Vivendo sobre a proteção do Sr. Beck, um anti-semita declarado e beberrão que odiava a todos, mas que preferiu abrigar uma família judia ao vê-los morrer. Esta é uma história sobre intolerância e perdão, vistos através dos olhos de uma menina. 

O Diário de Helga 

Sinopse: Calcula-se que das 15.000 crianças que passaram pelo campo de internamento de Terezín, na antiga Tchecoslováquia, apenas 100 chegaram com vida ao fim da Segunda Guerra Mundial. A respeitada artista plástica Helga Weiss é autora de um dos mais comoventes testemunhos do Holocausto. Aos 83 anos, ela vive em Praga, no mesmo apartamento em que morou com os pais antes da deportação.
Em 1938, por ocasião da ocupação nazista em seu país, a menina de 8 anos, filha de um bancário e uma costureira, começou a escrever e a desenhar suas impressões sobre tudo que aconteceu com sua família. Em um caderno, Helga narra a segregação dos judeus ainda em Praga, a desumana rotina de privações e doenças de Terezín e sua peregrinação ao lado da mãe por campos de extermínio como Auschwitz, onde escapou por pouco da câmara de gás.


Maus (é um HQ) 

Sinopse: Maus ganhou o prestigioso Prêmio Pulitzer de literatura. A obra é um sucesso estrondoso de público e de crítica. Desde que foi lançada, tem sido objeto de estudos e análises de especialistas de diversas áreas -história, literatura, artes e psicologia. Em nova tradução, o livro é agora relançado com as duas partes reunidas num só volume. Nas tiras, os judeus são desenhados como ratos e os nazistas ganham feições de gatos; poloneses não-judeus são porcos e americanos, cachorros. Esse recurso, aliado à ausência de cor dos quadrinhos, reflete o espírito do livro: trata-se de um relato incisivo e perturbador, que evidencia a brutalidade da catástrofe do Holocausto. Spiegelman, porém, evita o sentimentalismo e interrompe algumas vezes a narrativa para dar espaço a dúvidas e inquietações. É implacável com o protagonista, seu próprio pai, retratado como valoroso e destemido, mas também como sovina, racista e mesquinho. De vários pontos de vista, uma obra sem equivalente no universo dos quadrinhos e um relato histórico de valor inestimável.


Você tem alguma dica sobre a temática? Deixe nos comentários, ok?

Beijos e até mais!



Um comentário

  1. eu adoro livros de guerra, me trazem tanto ensinamento pois são fundamentados em muita pesquisa, adorei as dicas
    http://felicidadeemlivros.blogspot.com.br/

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